BIOGRAFIA




Evaldo Mocarzel é jornalista, cineasta e dramaturgo. Nasceu em 1960 em Niterói, Rio de Janeiro. Formou-se em Cinema na Universidade Federal Fluminense. Trabalhou como jornalista e foi editor do Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, durante oito anos. Cursou Cinema na New York Film Academy e fez parte durante quatro anos do Círculo de Dramaturgia do encenador Antunes Filho, no CPT, em São Paulo. É Doutor em Artes na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo. Filmes: Pictures in the Park (curta,1999); À Margem da Imagem (versão curta, 2001, e versão longa, 2003), Mensageiras da Luz – Parteiras da Amazônia (curta e longa, 2004); Primeiros Passos (2005); Do Luto à Luta (2005); À Margem do Concreto (2006); Jardim Ângela (2007); O Cinema dos Meus Olhos (2007); Brigada Pára-quedista (2007); Sentidos à Flor da Pele (2008); À Margem do Lixo (2008); BR-3 (a peça) e BR-3 (o documentário) (2009); Quebradeiras (2009); Cinema de Guerrilha (2010); São Paulo Companhia de Dança (2010); Cuba Libre (2011); Hysteria (2012); A Última Palavra é a Penúltima (2012); Antártica (2013); Dizer e Não Pedir Segredo (2013); A Cicatriz é a Flor (curta, 2014); Homem Cavalo & Sociedade Anônima (2015); Até o Próximo Domingo (2017); As Quatro Irmãs (2018); os curtas Elisa e Joana (2019); O Menino, o Sabiá e o Rato (2021) e Heroicas (2022), e o longa Jacó Guinsburg – Um Intelectual em Cena (2023). Em 2025, finalizou dois projetos em parceria com o SESCTV: o longa Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, documentário sobre a trajetória artística e política do grande ator que dá nome ao filme, em que revisitamos 70 anos de cultura brasileira, e a série de três episódios de 52 minutos Sérgio Mamberti – Memórias de um Ator Brasileiro. No momento, finaliza o filme experimental Viveiro de Vozes, livremente inspirado na obra literária do artista visual Nuno Ramos, em parceria com o pesquisador André Goldfeder.

Como dramaturgo, escreveu as seguintes peças: É o Bicho – A Ordem Natural das Coisas (infantil com direção de Rosi Campos e Cláudia Borioni, 2003); RG (encenada por José Renato, 2004); A Caçada (ainda inédita); Tragicomédia de um Homem Misógino (encenada por André Guerreiro Lopes, 2009); Kastelo (livre adaptação da obra de Kafka, com encenação do Teatro da Vertigem em 2010); Satyricon (livre adaptação da obra de Petrônio com encenação do grupo Os Satyros, 2012); Fome de Notícia (encenada no Centro Cultural São Paulo com direção de Maurício Perussi, 2013); Um Pai (Puzzle) (com Ana Beatriz Nogueira e direção de Vera Holtz e Guilherme Leme no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio, 2015); a live Paixão Viva, monólogo com Ítala Nandi para o projeto #EmCasacomSesc (2021), e o espetáculo homônimo que estreou no SESC em Porto Alegre em maio de 2022, dirigidos por Evaldo Mocarzel. Em 2024, assinou o texto e dirigiu o espetáculo A Conquista da Peste (2024), livremente inspirado nas ideias de Antonin Artaud, que esteve em cartaz no SESC Pinheiros. Paixão Viva também foi encenado no Teatro Poeirinha no Rio em 2025.

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